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  • Atividade sísmica a W do Faial encontra-se ligeiramente acima dos valores considerados normais



Açores ► Fenómenos Naturais

Vulcão dos Capelinhos
27-09-2017 00:00
Açores
Vulcão dos Capelinhos - 60 anos

Hoje, dia 27 de setembro, faz 60 anos que o Vulcão dos Capelinhos, na ilha do Faial, entrou em erupção. O evento, caracterizado por diferentes fases eruptivas e acompanhado por uma importante sismicidade, durou cerca de 13 meses e marcou definitivamente a Região, em particular a ilha do Faial, sob o ponto de vista económico, social e cultural.
 
A sismicidade, bem como a queda de cinzas provocaram avultados prejuízos materiais em habitações, a inutilização de campos agrícolas e de pastagens na parte ocidental da ilha, impulsionou a maior vaga de emigração registada naquela ilha e, por arrasto, na generalidade do arquipélago. Estima-se que 17 dos 30 mil habitantes da ilha do Faial à altura da catástrofe, tenham abandonado a ilha, com destino quase incontornável para os Estados Unidos da América. De resto, foi do outro lado do Atlântico que veio uma das mais firmes e aliciantes respostas à catástrofe, o Azorean Refugee Act, medida que envolveu diretamente o então senador John F. Kennedy e que facilitou a emissão de vistos para as famílias afetadas pela erupção, permitindo às mesmas recomeçar as suas vidas naquele país.
 
As freguesias mais afetadas pela erupção vulcânica, e consequente queda de cinzas e materiais de projeção, foram o Capelo e a Praia do Norte. A atividade vulcânica extinguir-se-ia em outubro de 1958 sem aviso, tal como havia surgido.
 
O Vulcão dos Capelinhos mantém-se como um marco científico, tendo o fenómeno sido acompanhado a nível mundial, inclusive pela comunidade científica, muito graças à televisão. Inativo há décadas, toda a zona foi constituída área de paisagem protegida de elevado interesse geológico e biológico, integrando a Rede Natura 2000.


Fontes


IVAR/CIVISA

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