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Açores ► Ciência

 
09-11-2017 10:45
Ponta Delgada
Do pensamento à ação - A psicologia na preparação para catástrofes

Com os recentes eventos catastróficos, como o furacão Irma e o sismo no México, somos relembrados da força da natureza, inevitavelmente refletindo sobre desastres e como lidar com eles.

Tanto a psicologia ambiental como a social têm investigado o modo como as pessoas pensam, tomam decisões e se comportam em atividades ou situações de risco, quer individualmente, quer em comunidade. A Psicologia constitui-se, então, uma aliada na compreensão do comportamento humano face a fenómenos naturais, auxiliando na definição de políticas e medidas que contribuam para a segurança das comunidades. 

O nosso comportamento é influenciado pela forma como vemos o mundo. A decisão de se precaver para desastres advém do pensamento acerca dos mesmos. Contudo, não é integralmente explicada por aquilo que pensamos, uma vez que a perceção de risco é um conceito composto, influenciado por outras variáveis complexas por si só. 

Nos Açores, por exemplo, estudos realizados acerca da perceção de risco sísmico e vulcânico e da preparação para os mesmos mostram que as pessoas veem estes fenómenos como devastadores, graves e prováveis. Ainda assim, a maioria não se prepara ou, se o faz, não adota estratégias adequadas/suficientes. Isto faz-nos refletir sobre os nossos pensamentos acerca destes fenómenos, o que os influencia e, consequentemente, se nos devemos preparar ou porque não nos preparamos como devíamos. Sabendo que estamos sujeitos a diversos eventos naturais, como tempestades ou sismos, esta decisão deve ser encarada com seriedade, uma vez que a preparação ajuda-nos a diminuir consequências negativas e a contribuir para a nossa sobrevivência e a da nossa família.

Assim, podem ser tomadas medidas para salvaguardar a propriedade, por exemplo, considerando um sismo, podem fixar-se móveis; bem como medidas para salvaguardar a vida, por exemplo, construindo um plano de emergência familiar.

Os planos devem resultar do conhecimento sobre o evento e da ponderação de situações que poderão acontecer. Por exemplo, a sua ilha é atingida por uma tempestade com ventos muito fortes que derrubam árvores, dificultando a chegada de auxílio. A sua família encontra-se em casa e um dos membros sofre ferimentos ligeiros. O que fazer? Onde será seguro abrigarem-se? O que levar se for necessário abandonar a casa? Como e a quem pedir ajuda? Como sobreviver até à chegada de auxílio?

Um plano de emergência deverá conter, então, um conjunto de estratégias que respondam às mais diversas circunstâncias e que permitam sobreviver até à chegada de auxílio. As recomendações apontam para a necessidade de assegurar a sobrevivência durante as primeiras 72 horas. Deste modo, deverá ser criado um kit de emergência com comida não perecível e água para todos os membros da família (e animais), um rádio a pilhas (para receber instruções das autoridades), lanterna, pilhas, isqueiro (ou velas/fósforos), casacos, artigos de higiene, ferramentas básicas (ex. martelo), corda, oleados, sacos plásticos, desinfetantes e mala de primeiros socorros - contendo, além do básico, a medicação regular dos membros da família - e cópias de documentos de identificação e algum dinheiro, acondicionados em invólucros impermeáveis. O kit deverá estar num local acessível e conhecido por todos os membros da família, sendo fulcral assegurar a sua manutenção através da verificação do estado geral dos objetos e dos prazos de validade. Mais recomendações e informações detalhadas sobre como agir durante e depois de um evento e medidas de preparação podem ser encontradas no site da Proteção Civil e Bombeiros dos Açores. 

A responsabilidade da proteção é de todos nós, não seja apanhado desprevenido - proteja-se a si e à sua família!
 
 


Fontes


IVAR/CIVISA

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