Iniciar sessão

Navegar para Cima
A aplicação Web não foi encontrada em http://cvarg.azores.gov.pt/publicacoes. Verifique se escreveu o URL correctamente. Se o URL tiver de fornecer conteúdo existente, o administrador do sistema poderá ter de adicionar um novo mapeamento do URL do pedido à aplicação de destino.
A aplicação Web não foi encontrada em http://cvarg.azores.gov.pt/publicacoes. Verifique se escreveu o URL correctamente. Se o URL tiver de fornecer conteúdo existente, o administrador do sistema poderá ter de adicionar um novo mapeamento do URL do pedido à aplicação de destino.
Não é possível visualizar esta Peça Web. Para resolver o problema, abra esta página Web num editor de HTML compatível com o Microsoft SharePoint Foundation como, por exemplo, o Microsoft SharePoint Designer. Se o problema persistir, contacte o administrador do servidor Web.


ID de Correlação:6a4f435e-e1da-40b2-a9b1-e6b23be4dc5a


Painéis ► em encontros internacionais

 

Referência Bibliográfica


MARCOS, M., GASPAR, J.L., FERREIRA, T., VIVEIROS, F. (2003) - Cartografia da zona de desgaseificação difusa de CO2 na área geotérmica do Pico Vermelho (ilha de S. Miguel, Açores). 3º Simpósio de Meteorologia e Geofísica da APMG, 4º Encontro Luso-Espanhol de Meteorologia. Universidade de Aveiro, 10 - 13 de Fevereiro (Poster).

Resumo


Efectuou-se a cartografia das emissões difusas de CO2 na área geotérmica do Pico Vermelho, localizada no flanco N do Vulcão do Fogo, na ilha de S. Miguel. Os trabalhos de campo decorreram entre Setembro e Novembro de 2002 e as concentrações de CO2 no solo foram determinadas de acordo com a metodologia proposta por Baubron (1994) e Ferreira e Gaspar (1997), utilizando-se um detector de CO2 de infravermelhos com a precisão de 0.1% de volume. Foram igualmente medidas as temperaturas do solo, produzindo-se o mapa da anomalia térmica para a mesma zona.
 
A concentração de CO2 no solo atingiu o valor máximo de 96,6% de volume e as temperaturas observadas variaram entre os 13,6°C e os 98,6°C. As anomalias de CO2 e de temperatura são coincidentes no espaço, apresentando uma direcção N-S na zona onde os valores são mais elevados. A existência de limites bem definidos segundo as direcções NW-SE e NE-SW em ambas as anomalias é interpretada como sendo o reflexo da presença de falhas ocultas com tal direcção.

Observações


Anexos