Iniciar sessão

Navegar para Cima
A aplicação Web não foi encontrada em http://cvarg.azores.gov.pt/publicacoes. Verifique se escreveu o URL correctamente. Se o URL tiver de fornecer conteúdo existente, o administrador do sistema poderá ter de adicionar um novo mapeamento do URL do pedido à aplicação de destino.
A aplicação Web não foi encontrada em http://cvarg.azores.gov.pt/publicacoes. Verifique se escreveu o URL correctamente. Se o URL tiver de fornecer conteúdo existente, o administrador do sistema poderá ter de adicionar um novo mapeamento do URL do pedido à aplicação de destino.
Não é possível visualizar esta Peça Web. Para resolver o problema, abra esta página Web num editor de HTML compatível com o Microsoft SharePoint Foundation como, por exemplo, o Microsoft SharePoint Designer. Se o problema persistir, contacte o administrador do servidor Web.


ID de Correlação:6f49d4f3-3722-47f5-9890-db4e6446731a


Artigos em revistas ► nacionais com arbitragem

 

Referência Bibliográfica


OLIVEIRA, S., ZÊZERE, J.L., GARCIA, R., AMARAL, P. (2009) – Instabilidade de vertentes versus solos expansivos, Covão de Cima (Arruda dos Vinhos). Publicações da Associação Portuguesa de Geomorfólogos, Vol. VI, p. 197-202.

Resumo


​O reconhecimento de um padrão de fracturação típico de fenómenos de instabilidade estudados na região a Norte de Lisboa, existente numa habitação e área envolvente no Casal do Covão de Cima em Arruda dos Vinhos, levou a concluir da possibilidade de existência de um movimento de vertente, com ruptura rotacional (eventualmente profunda) e confinado, no que respeita à respectiva distribuição de actividade. Tendo presente que a precipitação é o factor desencadeante da maioria dos movimentos de vertente observados na região a Norte de Lisboa, procedeu-se à monitorização de um eventual deslocamento do terreno, tomando em consideração: (i) o padrão da fracturação existente na habitação e nos elementos estruturais da propriedade envolvente; (ii) o deslocamento relativo dos diferentes segmentos da habitação definidos pelo padrão de fracturação; e (iii) o regime da precipitação. As campanhas de monitorização iniciaram-se a 30-07-2006 com a instalação de marcadores fixos e segmentos betumados junto das principais fracturas da habitação, e terminaram a 25-08-2007. Nos Pontos de Medição de deslocamento Horizontal (PMH) do lado esquerdo da habitação verificou-se uma ligeira abertura das fracturas em resposta aos picos de precipitação de Novembro, e fecho associado ao período mais seco (Ago. de 2007). Relativamente ao deslocamento vertical, verificou-se que ao aumento da precipitação correspondeu o fecho da fractura e que esta voltou a registar uma abertura significativa no fim do período chuvoso. A abertura/fecho registados nas fracturas, em resposta ao regime da precipitação, parece sustentar a teoria de deformação associada a solos expansivos, confirmada pelos resultados de um ensaio de expansibilidade, onde se registou um aumento de volume do solo argiloso na ordem dos 20%.

Observações


Anexos