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Mundo ► Ciência

Vulcão Tungurahua, Equador (Foto: Global Volcanism Program, Smithsonian Institution)
19-02-2020 11:25
Equador
Estudo aponta para sinais de instabilidade no flanco do vulcão Tungurahua

​O vulcão Tungurahua, no Equador - conhecido localmente como "O Gigante Negro" - está a apresentar evidências de instabilidade do flanco oeste, o que pode resultar num movimento de vertente colossal.

Um estudo liderado por James Hickey, da Universidade de Exeter (Reino Unido), e publicado na revista Earth & Planetary Science Letters, sugeriu que a atividade recente do vulcão produziu uma rápida e significativa deformação no flanco ocidental (envolvendo uma elevação temporária de cerca de 3,5 cm), detetada através de dados de satélite.

Os investigadores acreditam que essa deformação se deve a desequilíbrios entre a quantidade de magma que é fornecido e aquele que é expelido durante episódios eruptivos, e reforçam que pode levar a um risco aumentado de colapso do flanco, causando danos generalizados à área local circundante. Recomendam, assim, que o vulcão seja monitorizado de perto para observar sinais de alerta de possível colapso.

O vulcão Tungurahua tem uma longa história no que respeita a eventos de colapso de flanco. O primeiro terá ocorrido no final do Plistocénico superior (11.000 anos atrás, aproximadamente). Há cerca de 3.000 anos, uma erupção no vulcão causou o colapso parcial do flanco oeste. Esse colapso provocou uma avalanche de detritos de rochas, solo, neve e água que cobriram 80 quilómetros quadrados, o equivalente a mais de 11.000 campos de futebol. Desde então, o vulcão foi-se constantemente reconstruindo ao longo do tempo, e hoje tem a forma de um cone íngreme com mais de 5.000 m de altura.

No entanto, enquanto que os outros flancos permanecem estáveis, o novo flanco oeste, edificado sobre o local do colapso ocorrido há 3.000 anos atrás, tem mostrado sinais constantes de deformação rápida. Essa deformação pode ser explicada pelo armazenamento superficial e temporário de magma sob esse flanco. Se o fornecimento de magma continuar, o volume pode causar a acumulação de tensões no cone vulcânico e, assim, promover nova instabilidade do flanco oeste e o seu potencial colapso.

Hickey acrescentou que embora exista um risco de possível colapso do flanco, há que ter em consideração a incerteza inerente a esses sistemas naturais, pelo que também pode significar que o flanco pode permanecer estável. É necessário, portanto, acompanhar a situação.


Fontes


Science Daily
Science Alert

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