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Mundo ► Fenómenos Naturais

Uma visão panorâmica do vulcão Lusi na Indonésia a dezembro de 2013. Ao fundo o complexo vulcânico Arjuno-Welirang. Foto: projeto LUSI LAB.
04-01-2018 13:00
Indonésia
O que induz a atividade eruptiva do vulcão de lama Lusi na Indonésia?

​Novos avanços nas investigações sísmicas sugerem que existe uma ligação entre o sistema vulcânico de lama Lusi e os vulcões ditos “normais” mais próximos.
 
Lusi, o maior e mais destrutivo vulcão de lama do mundo, formou-se no dia 29 de maio de 2016 perto da cidade de Sidoarjo, na ilha de Java (Indonésia), e no auge da sua atividade, emitiu 180 mil m3 de lama todos os dias, atingindo uma espessura de lama de até 40 metros e consumindo várias aldeias. O pior episódio provocou 13 mortos e destruiu as casas de cerca de 60 mil pessoas. Desde então continua em erupção, emitindo aproximadamente 80 mil m3 de lama por dia.
 
Desde 2006 que algumas possíveis causas para a erupção no Lusi estão em discussão, nomeadamente se foi devido a um sismo com epicentro na área ocorrido dias antes, ou se foi motivada por uma falha catastrófica de um poço de exploração de gás, Banjar Panji 1, que estaria a ser perfurado nas proximidades na altura da erupção. Contudo, um novo estudo de Fallahi et al., fornece uma nova perspetiva, revelando uma ligação entre as condutas do vulcão Lusi e as dos vulcões mais próximos.
Os novos resultados surgiram de estudos anteriores, indicando a potencial importância do sistema de falhas de Watukosek, localizado entre o vulcão Lusi e o sistema vulcânico Arjuno-Welirang. O vulcão Lusi localiza-se na bacia back-arc, associada a uma zona de subducção, atrás do arco vulcânico principal, onde Arjuno-Welirang está assente.
Estudar esta ligação poderia ter sido um processo mais direto. O estudo da estrutura geológica tinha já permitido a geólogos calcular uma mudança nas velocidades das ondas sísmicas que atravessam esta área. No entanto, a baixa sismicidade perto de Lusi, levou-os a concluir que o tradicional processo de tomografia sísmica, não seria suficientemente fiável para completar o estudo.
Em vez disso, e graças aos recentes avanços tecnológicos, os investigadores conseguiram monitorizar as ondas sísmicas oceânicas (geradas continuamente pelas ondas oceânicas). Assim, utilizaram uma rede composta por 31 sismómetros para registar este ruído sísmico oceânico na região, por um período de 10 meses.
As correlações obtidas a partir dos dados permitiram aos investigadores construir um modelo 3D dos recursos subterrâneos da região, o qual revelou uma pluma quente de fluidos hidrotermais, que se estende desde a superfície da cratera Lusi até uma profundidade de pelo menos 6 km. Esta pluma está interligada a Arjuno-Welirang através de uma falha com a mesma direção do sistema de falhas Watukosek, enquanto que as câmaras magmáticas encontram-se sob os vulcões ativos de Arjuno-Welirang.
Estas descobertas sugerem que o magma, os fluidos hidrotermais e outros fluidos, podem movimentar-se ao longo de zonas de fraqueza existentes nas rochas entre o sistema de falhas Watukosek e a região da bacia back-arc, onde se localiza o Lusi. Ali os fluidos de elevadas temperaturas encontram sedimentos ricos em matéria orgânica e “cozinham-os” através de processos metamórficos, gerando uma pressão ascendente suficiente para alimentar a erupção de lama que ainda se encontra em curso.


Fontes


EOS

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